Sufjan Stevens – Casimir Pulaski Day

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Por intermédio da Luna, cheguei a este artigo no blog Andorinha des-norteada. Está muito completo e explica bem como é trabalhar na Holanda, mais precisamente em Amesterdão. Nos comentários a este artigo podem encontrar ainda mais dicas. A todos os interessados, espero que vos seja útil! :)

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Archive – Goodbye

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Os holandeses são loucos.

A passagem de ano é fortemente festejada por estas bandas. Um dos costumes consiste em desatar a mandar foguetes como se não houvesse amanhã.

Toda a gente manda foguetes, até os mais pequenos. Diz quem já cá passou esta época festiva que isto parece um campo de batalha.

Muito medo.

Este ano houve alguém que se lembrou de colar um rato a um desses foguetes. Naturalmente o pobre bicho não resistiu e sucumbiu devido aos ferimentos.

Como se isto tudo não fosse já bastante estúpido, baptizaram o rato de “Astro” e vai estar em exibição num museu…

Wtf?

Um dia ainda vou perceber…

 

Há uns anos tornei-me fã de séries. Vi bastantes. Umas até ao fim, outras até meio e houve mesmo alturas que me fiquei pelos episódios piloto.

Uma das minhas preferidas de sempre é, sem dúvida, LOST.

Estive sempre em cima do acontecimento durante as 6 temporadas. Achei a série genial, embora por vezes, admito, tenham existido episódios só para encher chouriços.

Anteontem estava aborrecida à noite e consultei o Telmo, especialista em séries, que me aconselhou a série Once Upon a Time, cujos argumentistas são os mesmos de LOST. Vi dois episódios nessa noite, um ontem e hoje os restantes quatro que já saíram nos US.

Como o próprio Telmo me disse, a série é levezinha. Mistura os contos de fadas que todos temos no nosso imaginário (Branca de Neve, Cinderella, Pinóquio, etc..) com a realidade numa pequena cidade perdida algures nos US.

Não é fora de série como foi LOST. Mas é bem engraçada e viciante.

Naturalmente que os mais fanáticos já começaram a fazer comparações e a ir buscar aqueles pormenores que mais ninguém vê e a compará-los entre as duas séries. Deixam-me sempre muito curiosa estes easter eggs.  Alguns deles já foram identificados e catalogados aqui, por exemplo.

Aliás, quando acompanhava LOST no final de cada episódio lá ia eu ver os easter eggs que os mais atentos já tinham apanhado e registado nos variados sites de culto da série.

Acho fantástico! :)

Btw, já saía um Charming igual (ou parecido, vá) ao do poster aqui para a princesa! :)

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Há pessoas que ainda nos conseguem surpreender. Então se for pela negativa, é o que há mais por aí.

Choca-me que exista malta com a minha idade que pense que o dinheiro é tudo na vida. Choca-me que percam o discernimento e a noção do ridículo. Choca-me que coloquem o dinheiro à frente da qualidade de vida e que não comam para não cagar. Irrita-me solenemente.

Irrita-me ainda mais que se pavoneiem por esse feito incrível que é trabalhar 12h/dia num ambiente altamente esquizofrénico e obter um retorno financeiro um pouco acima da realidade portuguesa. U-a-u! Parabéns.

A ti, sei eu bem como te poderia levar para o sítio que quero:

 

Chegou a altura dos balanços. Começam-se a ver por aí listas referentes a este ano que está a terminar: os melhores filmes, as melhores músicas, os momentos mais marcantes, etc..

À semelhança do que fiz em 2009 e 2010, vou enumerar aqueles que para mim foram os melhores álbuns de 2011. Escolhi 10. Mais uma vez, sem ordem de preferência, aqui ficam eles juntamente com uma música do álbum:

Anna Calvi – Anna Calvi

Beirut – The Rip Tide

Bon Iver – Bon Iver

Feist – Metals

Foster the People – Torches

The Gift – Explode

Lykke Li – Wounded Rhymes

Patrick Wolf – Lupercalia

Radiohead – The King of Limbs

The Strokes – Angles

De fora deste top, deixei também excelentes álbuns como o Burst Apart dos The Antlers, o Ceremonials da Florence + The Machine, Junk of the Hearts dos The Kooks, Skyline do Yann Tiersen e Chromatic dos portugueses You Can’t Win, Charlie Brown. Mas 10 são 10. :)

A notícia já é velha, não é portanto notícia. Mas como parece que andei a dormir nos últimos 4 anos, foi preciso vir para o centro da Europa onde tudo se passa para conhecer um gajo lá do nosso Portugal que em conversa me falou disto.

Os Radiohead, esses grandes génios da música, 10 anos após do lançamento do OK Computer, lançaram no dia 10/10 de 2007 o álbum In Rainbows. O nome deste álbum possui 10 letras e o álbum tem… exacto, 10 músicas. Agora contem o número de letras de OK Computer… pois.

Segundo os freaks das teorias da conspiração, existe uma forma de combinar os dois álbuns de forma a que pareçam um só. Basta começar pela primeira música do OK Computer (Airbag), seguida da primeira do In Rainbows (15 Step), depois a segunda do OK Computer e assim sucessivamente até se esgotarem as músicas.

Por exemplo, depois da Karma Police do OK Computer, surge a All I Need do In Rainbows. Ouçam as duas de seguida. Parece que foram gravadas numa só sessão. É arrepiante.

Existem muitas mais ligações entre as músicas, como por exemplo algumas letras que parecem fazer parte da mesma história. E isto seria perfeitamente normal caso os dois álbuns não tivessem sido lançados com 10 anos de intervalo.

Percam um bocadinho de tempo a fazer a combinação entre os dois álbuns que vale a pena. Para mim, a melhor sequência é, sem dúvida a Exit Music (for a film) seguida da Nude. Espectacular.

Visto aqui e aqui.

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Era mesmo só para dizer isto.

 

Apesar de gostar desta versão, gosto mais da versão dupla.

Gentilmente roubado do 9gag.com