Hoje vou fazer referência a um blog. Não é todos os dias que encontro um bocado texto que não é meu e com o qual me identifico 100% (ou mais!). Por meio da nova funcionalidade do Google Reader (Obrigada Google!)  descobri este blog. Comecei a devorar desde o primeiro post até já não aguentar mais tempo acordada, eram 3h da manhã de sábado. Houve um dos textos com o qual eu me revi completamente: A correcta conjugação do verbo “dar”.

O que mais gostei foi o sentido com que o texto pode ser lido. Literal e não literal. Espectacular. Consegui ler o texto duas vezes, com estados de espírito diferentes e fazer duas interpretações distintas. (Não sei se sou eu que tenho muita imaginação ou se o texto é efectivamente bom!)

Ou se dá o melhor, ou não se dá nada. Andar a dar a meio gás ou a trapagem velha, ou as sobras, não. Definitivamente.

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