Marcas
Há muito que estava para escrever este post, mas adiei sempre. Por não me sentir inspirada o suficiente ou por simplesmente tentar ignorar aquilo que é bastante claro. Foste uma das minhas primeiras BFF (sem o último F) ou pelo menos eu achei, na altura, que serias. Entretanto, as nossas vidas separaram-se, fisicamente. Passado pouco tempo, já se tinham também separado não só fisicamente. Simplesmente, deixaste de falar. Começaste por cortar nas mensagens e nos toques (sim, ainda sou da altura em que as mensagens se pagavam e a malta mandava toques para dizer “lembrei-me de ti” ou “liga-me” sem gastar dinheiro), até que… puuufff… Perdemos mesmo o contacto. Alguma coisa se passou, de certeza. Há uma explicação para isso, acredito que sim. Bom, anyway, o certo é que a partir de uma determinada altura, há cerca de uns 5 ou 6 anos, deixámos de falar. Ainda nos encontrámos uns anos depois, mas foi curta a conversa. Eu continuei a mandar uma ou outra mensagem esporádica, só naquela de tentar saber alguma coisa de ti, mas, sinceramente, as respostas foram raras e quando existiram foram parcas. Tentei comunicar contigo para me escreveres uma fita de final de curso há cerca de um ano e, escusado será dizer que, não obtive qualquer resposta às minhas mensagens. Porque é que nunca te telefonei? Porque sabes o meu número e, tendo em conta que, foste tu que desapareceste e as últimas tentativas têm sido minhas, deixo esse super-mega-hiper passo para ti porque eu não vou insistir mais.
Hoje fazes 25 anos e eu não quero deixar de te dar os parabéns, como fiz sempre (vá, sou capaz de ter falhado um ano…) desde que deixámos de falar. Desta vez, de uma forma um bocado mais, digamos, pública. Não sei sequer se algum dia vais ler isto ou se vais perceber que é para ti. Mas, aproveito a oportunidade para te dizer que me marcaste. E a prova disso é que continuo a lembrar-me de ti muitas vezes, mesmo muitas vezes e, o mais caricato (ou não), é que de vez em quando sonho contigo (weird, hum?).
Aproveito também para te dizer que, se um dia decidires voltar a comunicar, cá estarei. No hard feelings.
PARABÉNS!
about 4 months ago
Ou seja, ele gostava de ti, tu gostavas dele so como amigo e deixaram de se falar porque ele nao aguentava estar ao pe de ti apenas como amigo.
Nao te esquecas e que ele foi, provavelmente, tao bom amigo porque gostava muito de ti (mais do que como amigo) – e era por isso que gostavas dele.
E sempre que iniciavas relacoes com outros gajos e te lamentavas ao pe dele, isso so o matava mais um bocado…
(ou talvez esteja apenas enganado) :o)
about 4 months ago
Completamente ao lado. Nem sequer era um rapaz, era uma amiga… :)
about 4 months ago
Ele só leu o que lhe interessava… :]
about 4 months ago
LOL…. o “Nome” deve ter lido na diagonal…. nem sequer reparou no género !: “….Foste uma das minhas primeiras BFF….”
about 4 months ago
Epá, não percebi… Se calhar identificou-se tanto com o texto que pensou que era ele e nem ligou ao género! :P
about 4 months ago
o wildC por vezes tem crises de identidade sexual.. :]
about 4 months ago
Achei o artigo deveras curioso e interessante, não só por me identificar com tudo o que disseste mas também pelas coincidências estranhas (sendo a principal ter feito 25 anos no dia 25 de Abril).
Mas no que toca a ser “abandonado” estou do mesmo lado da barricada…
about 4 months ago
Isso quer dizer que és da excelente fornada de 1985! ;)
Parece que é uma situação até bastante comum. Não consigo bem perceber é o porquê. Isso ainda estou para descobrir. Uma coisa é as pessoas afastarem-se pelas circunstâncias da vida, outra é ignorar tentativas de contacto.
Espero um dia perceber o porquê da minha situação! :)
about 4 months ago
Sim, desse grande ano que foi ’85! Se bem que nos últimos tempos tenho duvidado da excelência da fornada, há dias (meses? anos?) em que diria que foi antes amaldiçoada…
Quanto ao resto, quando descobrires o porquê deste comportamento… partilha-o com o mundo! Eu pelo menos também gostava de saber e perceber…